Ginecologista alerta sobre prevenção das DSTs

 Sexo seguro sempre será a melhor forma para se prevenir das Doenças Sexualmente Transmissíveis, as DSTs. É o que afirma a ginecologista da Unimed Maringá, Pamela Cristina Antoniassi Odebrecht. “Precisamos falar sobre o assunto e quebrar o tabu que existe entorno das DSTs. Essa, sem dúvida, é uma forma de prevenção e de melhorar o diagnóstico”, alerta. 
    No Brasil apenas a sífilis, o HIV e a hepatite B são de notificação compulsória, por isso, fica difícil a estimativa de crescimento das outras DSTs. Porém, segundo a médica, sabe-se que, como a sífilis vem aumentando nos últimos anos, outras doenças como a clamídia e a gonorreia seguem o mesmo ritmo. “Outra doença comum no consultório médico é o HPV, que apesar de ter vacina disponível na rede pública, tem baixa adesão”, lamenta. 
    As DSTs mais comuns são: gonorreia, HPV, sífilis, clamídia, herpes, tricomoníase, linfogranuloma venéreo, cancro mole, HIV/AIDS e hepatite B. Os sintomas variam entre corrimentos, úlceras ou lesões ve rrucosas nos órgãos genitais ou ânus, ínguas na virilha e dor para urinar ou na relação sexual. “Infelizmente muitos jovens que estão iniciando a vida sexual acreditam que DSTs como HIV são coisas do passado, o que não é verdade”. 
    O tratamento, segundo a ginecologista, é muito variável de caso para caso e depende se a doença foi causada por vírus, bactéria ou fungo. “Muitas vezes os medicamentos prescritos para cada caso são suficientes. O importante é o diagnóstico correto e inicial de forma que se evite efeitos colaterais maiores e mais danosos ao paciente”, diz. 
    É importante lembrar que, até o momento, não há cura para o HIV e para a hepatite B e que o contágio dessas duas doenças não ocorre somente pelo contato sexual. A pessoa pode contrair de outras formas como contato com sangue contaminado, perfurações com objetos contaminados e uso de drogas injetáveis. 

Ginecologista alerta sobre prevenção das DSTs

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