Médica orienta sobre frequência ao consultório pediátrico

 Como crianças e adolescentes são indivíduos em desenvolvimento que têm peculiaridades, é preciso uma compreensão científica especial e metodologia própria no atendimento médico, feito por um pediatra.

  De acordo com a especialista e cooperada da Unimed Maringá, Lorena Barbieri, o profissional deve acompanhar a criança desde o último trimestre de gestação da mãe aos 18 anos completos. Mas será mesmo que os adolescentes se sentem confortáveis no consultório?

  A médica explica que pensar nos sinais de que é hora de parar com as consultas ao pediatra é complexo e depende dos pais ou responsáveis e também do paciente. “O que em geral acontece é que a maioria dos consultórios pediátricos remete à infância, com decoração temática, brinquedos, desenhos para colorir, e os adolescentes começam a se incomodar com isso”, explica.

  Por outro lado, muitos adultos chegam a se consultar com o pediatra que os acompanhou ao longo do desenvolvimento, por causa da confiança. “Nesses casos, por exemplo, o pediatra atua como um médico que orienta toda a família”.

  A dica de Lorena para os pais ou responsáveis que estão enfrentando resistência dos filhos em relação às consultas, é estreitar o diálogo e reforçar a importância do acompanhamento médico especializado em cada faixa etária. “As consultas aos especialistas sempre são bem-vindas quando trazem ajuda e esclarecimento sobre a doença que se instala no pequeno paciente e são necessárias quando o pediatra solicitar”, diz.

  Quanto à frequência, pode-se estabelecer critérios, como a primeira visita antes do bebê completar sete dias de vida, mensalmente até o sexto mês e a cada dois ou três meses até um ano e meio. A partir daí a criança e adolescente devem ir ao pediatra a cada seis meses e, pelo menos, uma vez ao ano até os 18.

Médica orienta sobre frequência ao consultório pediátrico

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